domingo, 24 de abril de 2011
Ele: Mais eu te amo...
Ela: Porque quer ficar comigo? Minha amiga ai atraz de voce, é muito mais linda que eu!
O rapaz olha para traz...
Ele: Que amiga? nao vejo ninguem
Ela: Se me amasse mesmo, nao olharia para traz
Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora. Seria muito simples acenar um ‘tchau’ e contentar-se com as memórias, com o passado. Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê “sadio”. Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por ‘um pouco mais’.
Saudade não é olhar pro lado e dizer “se foi”. É olhar pro lado e perguntar “cadê”?
Saudade não é olhar pro lado e dizer “se foi”. É olhar pro lado e perguntar “cadê”?
sábado, 23 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
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